Parentes de vítimas também pedem maior rigor legal

Parentes de vítimas de trânsito pedem mais rigor na lei. "Meu temor é que a nova redação também tenha lacunas e, lá na frente, advogados possam usá-las para fazer assassinos permanecerem livres", afirmou o arquiteto Nilton Gurman, que perdeu o sobrinho Vitor em um acidente em julho na Vila Madalena. Ele foi atropelado na Rua Natingui pela psicóloga Gabriella Guerrero Pereiras, que responde ao processo em liberdade.

O Estado de S.Paulo

12 Abril 2012 | 03h02

Para o consultor Rafael Baltresca (foto), que em setembro perdeu a mãe, Miriam, e a irmã, Bruna, atropeladas por Marcos Martins perto do Shopping Villa-Lobos, acha que, enquanto houver limite permitido de álcool, a lei não vai funcionar. "Tem de ser zero, aí sim tem possibilidade de outras provas, como exame clínico ou testemunhas", diz Baltresca, responsável pelo movimento Não Foi Acidente (naofoiacidente.org), que já reuniu 360 mil assinaturas em prol do endurecimento da legislação. / WILLIAM CARDOSO

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