TV Estadão | 16.09.2015
TV Estadão | 16.09.2015

Parece olímpico, mas não é

A rua das Olimpíadas não tem esse nome por causa do bairro: foi um acaso

O Estado de S. Paulo

15 de setembro de 2015 | 11h58

A rua Casa do Ator é assim batizada porque ali funcionou durante algum tempo um retiro de artistas. A das Olimpíadas, porém, recebeu esse nome ao acaso, sem relação com o nome do bairro - em que predominam, nota-se, logradouros que homenageiam figuras notáveis. Nada a ver com os jogos. 

Veja outras curiosidades sobre a região:

1. Primeira missa

Sinal de que Vila Olímpia é um bairro "jovem": a paróquia Santa Tereza de Jesus é a mais antiga do bairro e sua primeira missa foi celebrada no dia 10 de setembro de 1940. Ela fica no número 50 da Clodomiro Amazonas. 

2. Diversões de antigamente

Se hoje os moradores da Vila Olímpia fazem gostosos piqueniques no Parque do Povo, no passado eles precisavam ir um pouco mais longe para um programa assim. "Viajavam" até o Parque do Ibirapuera. Muitos recorriam ao Clube da Bocha, para se divertir sem sair do bairro (R. Helion Póvoa). Outros preferiam pescar no Rio Pinheiros. 

3. As fábricas

Se no começo do século os novos moradores da Chácara Itaim, que deu origem à Vila Olímpia e ao Itaim Bibi, se ocupavam da vida rural e da pescaria no rio Pinheiros, a partir das décadas de 40 e 50 foram as fábricas (além dos pequenos comércios locais) que passaram a empregar as pessoas. Na rua das Olimpíadas, por exemplo, nos anos 50, figuravam entre as primeiras indústrias os sabonetes Phebo e os sorvetes Gelato. Muitos iam trabalhar também no Itaim. Na esquina da Joaquim Floriano com a Bandeira Paulista funcionou, de 1943 à década de 1990, a primeira fábrica da Kopenhagen. 


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