Paralisação na distribuição de combustíveis ganha apoio, diz sindicato

Distribuidores de materiais de construção e de hipermercados também aderem à greve

Solange Spigliatti, estadão.com.br

06 Março 2012 | 11h27

SÃO PAULO - A paralisação dos distribuidores de combustíveis está ganhando adesão de novos segmentos, como o de materiais de construção e de hipermercados, segundo informações do presidente do Sindicato dos Transportadores de Rodoviários de Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP), Norival de Almeida Silva, que não soube informar quantos trabalhadores dos segmentos aderiram à paralisação.

 

A greve começou ontem, em protesto à restrição dos caminhões pela Marginal do Tietê, das 5h às 9h e das 17h às 22h, de segunda a sexta-feira e, aos sábados, das 10h às 14h.

 

Na manhã de hoje, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou que poderia "aperfeiçoar" a restrição de caminhões na Marginal, caso fosse necessário, mas ressaltou que não acreditava que haveria mudança no horário da proibição de circulação.

 

A Prefeitura de São Paulo procurou ontem o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado (Setcesp) e outras entidades representantes de caminhoneiros para negociar. Segundo Norival, o Sindicam não foi convidado. "Se ele entrou em contato com algum sindicato não foi conosco. O único contato que tivemos com um órgão público foi com o secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, que também não deu retorno sobre o que conversamos ontem", explica.

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