Felipe Rau/ Estadão
Felipe Rau/ Estadão

Para ver o leão, público ignora distanciamento no Zoo em SP

Recinto do felino atrai muitos frequentadores, que deixam protocolo de lado para tirar fotos

Marcelo Lima, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2020 | 21h26

O Jardim Botânico, o Zoo Safári e o Zoológico se transformaram nas únicas alternativas de parque da cidade de São Paulo abertos nos finais de semana. No segundo final de semana de funcionamento desde a reabertura, nem todos os frequentadores seguiram os procedimentos recomendados.

“Adoro vir aqui. Vim uma vez para um piquenique, gostei tanto que resolvi voltar acompanhada de meus companheiros do grupo de dança”, disse a dentista Andrea Klein que organizou o encontro no Botânico. “Pensei em tortas e frutas como base do menu. Para acompanhar, máscaras e álcool em gel, claro”, brincou ela, para alegria dos amigos, que, sobre a toalha esticada, permaneciam de máscara e distanciados.

Já no vizinho Zoológico, a situação era diferente. Aglomerações na fila de entrada foram registradas no sábado e, dentro do parque, elas ainda são frequentes. “Dentro do que podemos fazer sim, até porque estamos de máscara e ao ar livre”, respondeu o pai Marcos Gonçalves, quando indagado se sentia seguro em estar com sua família em uma pequena arquibancada lotada em frente ao recinto do leão.

O governo estadual limitou a venda de ingressos a 50% da capacidade do Zoo, o que representa 6,5 mil visitantes diários. Mas nos pontos de maior visitação não há controle de acesso. Questionados anteontem sobre os problemas na entrada, o Zoo e o Jardim Botânico informaram, em nota, que reabriram com uma série de protocolos de segurança e operando com 50% da capacidade. O Zoo disse ainda ter monitores, cartazes e totens para orientações./COLABOROU Fabiana Cambricoli

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