Para sindicato, mudança piora qualidade de ensino

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Entregas Rápidas do Estado de São Paulo (Sedersp), Fernando Aparecido de Souza, o "Contran resolveu o problema em massa da falta de curso, mas os profissionais vão perder a qualificação adequada".

O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2012 | 03h09

Os cursos para motoboys só podiam ser aplicados pelo Sest/Senat. Agora, Centros de Formação de Condutores (CFCs) e outras entidades também poderão dar as aulas para motoboys. "Nos CFCs, você sabe como pode ser. O sujeito paga o curso, mas não vai às aulas, dá um jeito", afirmou Souza. "No Sest/Senat, os cursos eram muito bons."

Para ele, o Contran deveria apenas ter estabelecido prazos maiores para a adequação dos motoboys. Uma ideia seria implementar um tipo de rodízio. "Quem tem habilitação final 1 e 2, por exemplo, deveria fazer o curso até janeiro; 3 e 4, em fevereiro. E assim por diante." / B.R.

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