Para Procon, nova regra ainda é insuficiente

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) vê como positiva a determinação do Banco Central de ressarcimento imediato, caso as notas manchadas sejam fornecidas em caixas eletrônicos. Para o órgão, porém, a medida é insuficiente.

William Cardoso, O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2011 | 00h00

Segundo o diretor de Fiscalização do Procon, Paulo Arthur Góes, os bancos devem investir em métodos mais eficazes de inutilização das cédulas. "O problema é que o mecanismo antifurto não é eficiente, porque permite que a nota continue a circular."

Góes diz que o cidadão não pode arcar sozinho com o prejuízo. "Quando foi anunciado que as notas manchadas não valiam mais, já havia 75 mil delas em circulação. Ainda que parte estivesse com criminosos, muitas estavam com pessoas de bem."

Ele recomenda que o consumidor procure o Procon caso encontre dificuldades para trocar notas manchadas recebidas em caixas eletrônicos. Além disso, pede que as pessoas redobrem a atenção em relação às cédulas em circulação no comércio.

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