Alex Silva/AE
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Para polícia, filho de policiais matou a família e cometeu suicídio

Menino de 13 anos teria ido à escola após matar o pai, que era da Rota, a mãe, cabo da PM, a avó e a tia-avó

O Estado de S. Paulo

06 de agosto de 2013 | 15h11

SÃO PAULO - A polícia acredita que Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, matou os pais, a avó e uma tia-avó e depois cometeu suicídio. "A cena do crime é coerente com a hipótese de que ele seja o autor", disse o delegado Itagiba Vieira Franco, diretor da Divisão de Homicídios da Polícia Civil. Em entrevista ao SPTV, da TV Globo, o comandante-geral da PM, coronel Benedito Meira, disse que as investigações apontam que o garoto foi à escola após matar a família. Na madrugada, Meira já havia descartado a participação de facção criminosa no crime.

Os corpos de Marcelo, de Luiz Marcelo Pesseghini, de 40 anos, sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), e Andreia Regina Bovo Pesseghini, 36 anos, cabo da 1.ª Companhia do 18.º Batalhão da Polícia Militar, de Benedita de Oliveira Bovo, de 65, e de Bernardete Oliveira Silva, de 55, foram encontrados na tarde de segunda-feira, 5, na casa da família na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo.

A perícia inicial revelou que cada vítima foi atingida por um tiro, na cabeça, com uma arma de calibre .40. Essa arma estava por baixo do corpo de Marcelo. Não foi encontrado nenhum outro cartucho de arma que pudesse ter sido usada no crime. Não havia sinais de arrombamento na casa. No local, foi encontrada uma mochila, que seria de Marcelo, com uma faca e uma arma calibre .32. 

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