PARA LEMBRAR: programa foi criado em 2011

O PAC da Mobilidade Urbana foi criado pelo então recém-instalado governo Dilma, em fevereiro de 2011 - era uma "perna" do PAC original, de 2007. Tendo no horizonte o péssimo estado de rodovias e do transporte de massa, além de grandes eventos esportivos - as Copas e a Olimpíada -, anunciou-se um pacote de R$ 32 bilhões para 24 cidades nas quais viviam 39 milhões de brasileiros. O objetivo era fazer 600 km de corredores exclusivos para ônibus, 380 terminais e estações, 200 km de linhas de metrô e mais de mil novos Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).

Gabriel Manzano, O Estado de S.Paulo

01 de agosto de 2013 | 05h52

A esse PAC voltado para grandes cidades juntou-se, em abril de 2012, o PAC das Cidades Médias - de R$ 7 bilhões, para 75 municípios entre 250 mil e 700 mil habitantes. Viadutos, pontes, corredores de ônibus e reurbanização engrossaram a lista de projetos, que hoje somam 167 em todo o País. Balanços, porém, mostraram-se modestos. Houve atrasos, alterações e até abandonos. Em 2012, o governo gastou nas grandes cidades apenas 9,7% do previsto.

O terceiro capítulo começou em junho. Os protestos de rua e o risco eleitoral levaram o governo a "relançar" os projetos de mobilidade urbana. Em reunião com governadores e prefeitos, Dilma Rousseff prometeu liberar R$ 50 bilhões - em grande parte, para obras já anunciadas e paralisadas, à espera de recursos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.