Para Kassab, paralisação é ''inadmissível''

Obrigada a adotar um esquema de emergência, a administração municipal criticou a paralisação no Serviço Funerário. Segundo o prefeito Gilberto Kassab, a greve de 24 horas foi "inadmissível". "Não é aceitável que o cidadão que necessita dos serviços funerários em momentos tão difíceis seja penalizado por uma paralisação extemporânea e injustificada", destacou a Prefeitura, em nota oficial.

Caio do Valle, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2011 | 00h00

O Executivo alega que enviou à Câmara projeto de lei que estabelece uma Gratificação de Atividade (GA) para agentes funerários. O "piso mínimo" da categoria passaria para R$ 630 - hoje o salário inicial fica em torno de R$ 440.

Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep), Irene Batista de Paula, a administração municipal tem dado aumento só de 0,01% nos últimos anos. O sindicato afirmou ter aberto negociações com a Prefeitura e espera novas propostas até agosto.

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