Para experts, falta publicidade

Para o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), Nestor Goulart Reis Filho, foi "natural" nenhuma empresa ou entidade responsabilizar-se por uma calçada - uma vez que a área é de responsabilidade do morador. Ainda mais pelo fato de a exposição da marca não ser tão atrativa quanto no caso das praças adotadas, onde as placas ficam na vertical.

Márcio Pinho, O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2010 | 00h00

Ele afirma que a Prefeitura não pode jogar as responsabilidades para a iniciativa privada. Para ele, é dever do poder público fiscalizar e cobrar. "A Prefeitura não fiscaliza direito as irregularidades das calçadas. O certo seria pressionar moradores."

Para Reis Filho, uma iniciativa viável para consertar calçadas seria os próprios moradores se reunirem e fazerem benfeitorias. "Em ruas com grande número de prédios, o custo para cada morador seria baixo", defende. A arquiteta Nadia Somekh, integrante do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), observa também que devem ter faltado ações de divulgação dessa possibilidade de adoção de calçadas e também iniciativas de buscar parceiros.

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