Para especialista, medida de proteção já surte efeito

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, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2011 | 00h00

Para o vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, o fato de as meninas estarem há cinco dias em abrigos sem terem fugido já evidencia que nem tudo está perdido. "Esse é um sinal de que elas estão repensando suas atitudes e têm condições de serem incluídas socialmente e reintegradas às suas famílias", acredita.

O Ministério Público informou que promotores já foram designados para trabalhar no caso. São eles quem vão sugerir à Justiça as medidas de proteção que deverão ser aplicadas às crianças e as socioeducativas que deverão ser atribuídas às adolescentes, além da continuidade do processo contra as mães.

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