PARA ENTENDER: avaliação ficou mais rígida

O Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM) de 2013, feito com base nos dados do Censo de 2010, tornou mais rígida a avaliação das cidades brasileiras na área de Educação. Depois de 20 anos, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) avaliou que já não bastava mais ao Brasil ter adultos apenas alfabetizados e colocar as crianças na escola. É preciso avaliar formação e fluxo escolar.

O Estado de S.Paulo

30 de julho de 2013 | 02h04

O IDHM Educação passou a cobrar a proporção de brasileiros que completaram o ensino fundamental e o porcentual de crianças e jovens na escola em diversas faixas etárias, dos 5 aos 20 anos.

Os três indicadores usados pelo IDHM - Educação, Saúde e Renda - são os mesmos do IDH Global, divulgado todos os anos pelo Pnud. Nos dois últimos, o critério para formar o indicador também é o mesmo: expectativa de vida ao nascer e renda per capita. Em Educação, no entanto, o indicador global também é diferente. Os números mundiais usam uma composição da média de anos de estudo da população com mais de 25 anos e os anos esperados de estudo. Não é possível, por isso, comparar dados do Brasil com outro país. "São medidas diferentes", explicou Daniela Pinto, coordenadora do Atlas pelo Pnud.

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