Para-brisa danificado

RODOVIA RAPOSO TAVARES

O Estado de S.Paulo

18 Agosto 2012 | 03h02

Em 24/6 meu carro se envolveu em um incidente na Rodovia SP 270, no trecho entre Sorocaba e Itapetininga: uma pedra projetada da pista (por falta de inspeção das equipes de tráfego num local que está constantemente em obras) partiu o lado esquerdo do para-brisa. Registrei a ocorrência e o policial rodoviário me orientou a ligar na concessionária. Liguei e, seguindo as orientações da ouvidora, paguei o reparo (R$ 435). Ela me garantiu que eu seria ressarcido. Enviei a documentação à CCR SPVias - Rodovias Integradas do Oeste S.A., mas o pedido foi indeferido. Fiquei sem carro, enfrentando imprevistos e arcando com prejuízos por causa do incidente. Pelo Código de Defesa do Consumidor e pela Constituição, a concessionária é responsável e deve responder perante o usuário, sendo condenada ao pagamento de todos os danos causados, como franquias, consertos, além dos demais danos materiais e morais.

THALES HENRIQUE CAMPOS SILVEIRA DE ARAUJO / ITAPEVA

A CCR SPVias - Rodovias Integradas do Oeste S.A.nforma que, conforme consta no Boletim de Ocorrência da Polícia Militar Rodoviária, a pedra que atingiu o veículo do leitor foi lançada por um caminhão, o que caracteriza responsabilidade de terceiros. Ao contrário do que foi informado pelo usuário, o trecho em questão não está em obras. Diz que jamais falou em ressarcimento. Considerando o B.O., a ausência de obras no local e o cumprimento do prazo contratual de circulação das viaturas de inspeção de tráfego, indeferiu o pedido do leitor.

O leitor lamenta: Recebo a resposta com tristeza. Creio que devo procurar a Justiça para garantir os meus direitos.

AVIANCA

Voo cancelado e descaso

Gostaria de registrar a minha insatisfação com a Avianca. Em 15/7, num voo São Paulo-Rio de Janeiro, o calvário começou às 17h50, 30 minutos antes de a aeronave decolar, quando funcionários da companhia informaram que o voo atrasaria uma hora. Porém, às 19h20, sem que ninguém nos informasse, o painel mostrou que o voo sairia às 20 horas. Perdi um compromisso profissional. Pouco depois das 20 horas, a Avianca cancelou o voo, alegando defeito no trem de pouso. O voo veio de Passo Fundo, desceu em Florianópolis e somente em Guarulhos constataram que a aeronave não teria condições de seguir viagem? Ou seja, a Avianca foi negligente, omissa e pôs em risco centenas de vidas. Quem irá nos ressarcir pelas horas não trabalhadas, pelo tempo perdido e por tantos outros danos e prejuízos?

THIAGO PUGLIESI

/ RIO DE JANEIRO

A Avianca informa que prestou todos os esclarecimentos sobre o assunto ao leitor e tomou as providências necessárias.

O leitor lamenta: Não tive nenhum respaldo da Anac nem da Infraero, que foram copiadas em todos os e-mails que troquei com a companhia. E não tenho tempo de levar a questão para a Justiça.

SÃO CAETANO

Barulho e insegurança

Todos os dias moradores do centro de São Caetano do Sul são vítimas do desrespeito à Lei do Silêncio. As casas noturnas da Rua Goitacazes e os veículos que trafegam com o volume do som altíssimo tornam a região um inferno. O barulho começa depois das 22 horas e vai até as 6 horas. Não bastasse o barulho de carros e motos, das casas noturnas, de pessoas embriagadas, de brigas e da gritaria, ainda temos de conviver com assaltos. Para entrar nos prédios, só pela contramão, já que a Rua Goitacazes fica "interditada" por frequentadores das casas noturnas. Se o morador insistir em fazer o caminho correto, corre o risco de ser agredido.

RITA DE CÁSSIA CHIEA

/ SÃO CAETANO DO SUL

A Secretaria de Controle Urbano da Prefeitura de São Caetano do Sul informa que, nos fins de semana, uma equipe noturna patrulha a cidade. A Secretaria de Mobilidade Urbana colocou placas de sinalização de proibido estacionar para auxiliar na fiscalização. Além disso, a Secretaria de Segurança diz que já foi determinado à Guarda Civil que resolva o problema no local. Esclarece ainda que já estão sendo realizadas reuniões com a Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Mobilidade Urbana, Secretaria de Controle Urbano e Secretaria de Segurança a fim de coibir atos de distúrbio no local.

A leitora comenta: Não acredito haver no local patrulha alguma, pois, na última segunda-feira, o som alto da casa noturna 51 começou às 23 horas e seguiu madrugada adentro, até as 4 horas. No dia seguinte, foi o dia do Country Beer: o barulho começou às 22h30 e seguiu pela madrugada. O desrespeito continua!

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