'Palhasseata' anima Paiçandu

Eram 20 palhaços e quatro palhaças, uma bandinha de músicas circenses, um grupo de malabaristas e um mágico. Na tarde de anteontem, Dia do Palhaço, as artes do picadeiro voltaram ao Largo do Paiçandu, no centro de São Paulo, ponto de excelência do circo paulistano entre o fim do século 19 e a década de 1940.

O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2012 | 02h02

No que foi denominada a primeira Palhasseata, a classe homenageou também seu ídolo maior: o palhaço Abelardo Pinto, o Piolin, agora virou oficialmente nome de rua - e justo no beco onde funcionava seu palco principal, o Circo do Alcebíades, frequentado por Oswald e Mario de Andrade. "Em 2013, completam-se 40 anos da morte de Piolin, o mais conhecido palhaço brasileiro. Já começamos a planejar homenagens a ele e vamos buscar apoio da Prefeitura", disse o palhaço Pirulitus, que foi companheiro de Piolin. "Para revalorizar essa tradição, além da exposição na Galeria Olido, deixamos o projeto da futura Praça do Circo, na zona norte, atrás do Shopping D", disse o secretário de Cultura, Carlos Augusto Kalil, que acompanhou a palhasseata até o Teatro Municipal. / V.H.B.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.