Pais não sabem de 'plantão'

CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CEIS)

O Estado de S.Paulo

15 Janeiro 2013 | 02h05

Gostaria de saber como uma escola de educação infantil (creche) para crianças de 0 a 3 anos pode ficar fechada por dois meses. O setor de educação infantil encerrou suas atividades em 20 de dezembro e só volta a atender as crianças no dia 20 de fevereiro? E os pais das crianças fazem o quê? Deixam de trabalhar para ficar com elas? Estou enviando essas perguntas para o CEU Sapopemba, para a Secretaria da Educação, para a assessoria jurídica do Município e para a Prefeitura.

MÁRCIO VALÉRIO / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Educação informa que adota um esquema de plantão para o atendimento na creche em janeiro. Isso porque é importante que as unidades fechem nas férias para que sejam feitas manutenções e dedetizações e para que os funcionários saiam de férias. Pais que não tiverem onde deixar os filhos nesse período podem procurar um dos 43 polos que a secretaria oferece em todas as 31 subprefeituras da cidade. São oferecidas, ao todo, 8.078 vagas. Pais e responsáveis pelos alunos foram avisados pelas escolas, por meio das agendas das crianças. O Centro de Educação Infantil (CEI) do CEU Sapopemba, citado pelo leitor, é um dos polos que estão abertos e dispõe de vagas para atendimento imediato.

O leitor comenta: Nunca fui informado sobre o esquema de plantão ou enviado comunicado via agenda das crianças. Espero que nos próximos anos a Prefeitura não se esquive e nos comunique, porque parece que eles "escondem" essa informação para que não haja procura. Pais têm de improvisar lugares para deixar os filhos porque nem sabem desse "plantão".

ILUME - 1

Poste sem luz há meses

A reportagem Os obstáculos no atendimento público no País (Cidades/Metrópole, ed. de 30/12, págs. C6 e C7) é terrivelmente verdadeira: o poder público é ágil em cobrar, mas caminha a passos de tartaruga na hora de executar o que é de sua obrigação. Telefonei para o Departamento de Iluminação Pública (Ilume) para reclamar de uma lâmpada apagada há meses. Além da longa espera e das bobocas perguntas de praxe, enfim recebi um número de protocolo. No entanto, a tal lâmpada de sódio, que deveria iluminar todo um quarteirão, localizada num poste na Rua Cônego Eugênio Leite, continua apagada. O quarteirão está às escuras, pondo em risco moradores e passantes.

ROGER CAHEN / SÃO PAULO

A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), informa que uma equipe de manutenção retirou um curto-circuito da rede, eliminando a falha e restabelecendo a iluminação do local.

O leitor relata: A lâmpada voltou a funcionar, mas a rapidez de cobrança dos serviços é inversamente proporcional ao seu ritmo de execução.

ILUME - 2

Rua em Moema às escuras

Estamos há meses sem a luz de rua, na Rua Graúna, em Moema. Trocam a lâmpada, que funciona poucos dias, e, de novo, vem a escuridão. O "fenômeno" se repete há meses. Telefono na AES Eletropaulo e dizem que o problema é da Prefeitura. Ligo para a Prefeitura e mandam ligar para a Eletropaulo. Não preciso ressaltar a importância da iluminação pública com vistas à segurança. Afinal, de quem é a responsabilidade? THARCILLO TOLEDO FILHO

/ SÃO PAULO

O Departamento de Iluminação Pública (Ilume) informa que uma equipe técnica foi enviada ao local e que a devida manutenção foi realizada em 7/1. A lâmpada com defeito foi substituída por outra de vapor metálico, normalizando a situação da via.

O leitor comenta: Nas outras trocas de lâmpadas, a durabilidade foi de 3 a 4 dias. Gostaria de ver se essa irá durar mais de 4 dias.

INOPERÂNCIA DA CET

Projeto não saiu do papel

Em dezembro solicitei à CET a repintura de uma perigosa rotatória nos cruzamentos das Ruas Nazareth Paulista e Pereira Leite, na Vila Beatriz. Na ocasião, a CET prometeu repintar a sinalização de solo e recolocar os tachões. Passados 30 dias, nada foi feito e tenho certeza de que se passarão mais meses e o problema continuará. São Paulo precisa de um órgão técnico e eficiente, mas estamos à mercê de uma equipe despreparada, burocratizada e descontrolada (só sabe multar). Não há um projeto para a cidade estudado, pensado e, de fato, eficaz.

BENTO DIAS / SÃO PAULO

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