Pais dizem que blusa pode ser de engenheira sumida há 4 anos

Roupas em decomposição encontradas em um sítio em Itanhangá, na zona oeste do Rio, podem ser da engenheira Patrícia Amieiro, desaparecida desde 14 de junho de 2008. Naquele dia, ela sumiu após sair sozinha de uma festa na Urca (zona sul) e seguiu de carro para casa, na Barra da Tijuca (zona oeste).

FÁBIO GRELLET / RIO, O Estado de S.Paulo

13 Julho 2012 | 03h06

O carro de Patrícia foi localizado naquela noite. Estava caído no Canal de Marapendi, a cerca de 25 km da casa dela, com marcas de tiros na lataria. Quatro PMs são acusados de envolvimento no sumiço da engenheira. O caso está tramitando e uma audiência será feita hoje.

Desde terça-feira, policiais, bombeiros e representantes do Ministério Público vasculham um sítio onde, segundo uma denúncia anônima, teria sido ocultado o corpo de Patrícia. Até agora não foram encontrados ossos, mas apenas roupas: uma calça, uma meia-calça e uma blusa.

Por enquanto, os pais de Patrícia só viram fotos das roupas. Eles não reconheceram as peças, mas acreditam que uma blusa possa ser dela. As roupas serão apresentadas aos pais de Patrícia e depois encaminhadas ao Instituto de Criminalística do Rio para que se tente identificar algum material orgânico.

As buscas no sítio vão continuar hoje, com a ajuda de cães e um radar capaz de identificar pontos onde a terra foi escavada.

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