Pai separado acompanha filho de longe

As redes sociais também servem para "aproximar" famílias separadas. "Sinto-me pai graças à internet", conta o empresário Márcio (nome fictício), que acompanha os passos do filho no Twitter e no Facebook. "Ele não sabe, mas pelo menos é um jeito de eu saber que ele está bem."

, O Estado de S.Paulo

22 Fevereiro 2011 | 00h00

Seu filho Daniel (nome também fictício) tem 19 anos e cursa Direito em São Paulo. Márcio separou-se da mulher quando Daniel tinha 2 anos. A separação não foi das mais amigáveis e eles nunca mais se viram. "Nem sei se ele tem alguma referência a meu respeito."

No ano passado, Márcio resolveu procurar Daniel no Facebook. Achou. Depois descobriu que o filho era tuiteiro. E agora sente um pouco de paz quando lê que Daniel se prepara para ir a uma festa ou está quebrando a cabeça por causa de uma prova.

Veja também:

link Facebook, Orkut, Twitter... ache um parente 'perdido'

link 'Pela web, entrei na lista telefônica da Croácia e encontrei um primo'

 

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