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Pai de Isabella tem nomes de suspeitos, diz advogado

Levorin diz que seu cliente acredita que algumas pessoas possam querer prejudicá-lo, mas não revelou nomes

Andréia Sadi, do estadao.com.br

04 de abril de 2008 | 16h27

O pai da menina Isabella, Alexandre Nardoni,  tem nomes de suspeitos que poderiam ter matado sua filha, no último sábado, segundo o advogado Marco Polo Levorin. O advogado disse também que os suspeitos teriam trânsito livre no prédio onde Nardoni mora, mas não quis adiantar se são familiares, moradores, ou funcionários.      "Estive com ele (Nardoni) hoje e citou alguns nomes, mas não vou revelar quem são. Vamos encaminhar ao delegado para que seja investigado", disse o advogado em entrevista ao estadao.com.br nesta sexta-feira, 4.        VEJA TAMBÉM Pai e madrasta de Isabella se apresentam à polícia  Tudo o que foi publicado a respeito do Caso Isabella   Entenda os argumentos da polícia sobre a prisão  Veja especial multimídia sobre o crime  Entenda porque crimes assim chocam a sociedade      Isabella, de cinco anos, morreu após cair de um prédio na zona Norte no sábado. O pai e a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá, tiveram a prisão preventiva decretada esta semana. "Há muito a ser esclarecido até que meu cliente sejam impregnado. Algumas pessoas poderiam querer participar desta situação", disse o advogado.       O advogado disse que se encontrou com seu cliente nesta sexta. Nardoni, "muito abalado", negou novamente sua participação no crime. " Ele perguntou dos familiares, quer saber se todo mundo está bem", disse. Levorin disse que irá trabalhar nos próximos dias para conseguir o habeas-corpus para seu cliente. "A prisão dele foi precipitada, não existem elementos para a prisão temporária", explicou.   'Fantasiosa'     O promotor Francisco Cembranelli, responsável no Ministério Público Estadual (MPE) pela investigação, disse que a prisão do casal está fundamentada na garantia da tranqüilidade das investigações".  Em entrevista exclusiva ao Estado, na quinta-feira, ele já havia dito que "a versão do casal é fantasiosa".     Ele elogiou o trabalho da polícia, ao dizer que todos os exames periciais necessários para o esclarecimento do caso estão sendo feitos, o que evita a perda de provas importantes. Além da necropsia no corpo da garota, foram feitos exames para identificar de quem é o sangue contido na tela de proteção do quarto de onde a menina caiu, outros para detectar mais vestígios de sangue no apartamento e nos carros do casal e a reconstituição do crime.

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