Página criada no Facebook defende inocência de Marcelo Pesseghini

Perfil na rede social já tem três mil seguidores e contesta a versão da polícia, de que o filho de PMs teria matado os pais, a avó, a tia-avó e cometido suicídio

Gabriela Vieira, O Estado de S. Paulo

08 de agosto de 2013 | 12h45

SÃO PAULO - A polêmica sobre a autoria da chacina que vitimou a família de um casal de policiais militares na última segunda-feira, 5, motivou a criação de uma página no Facebook que contesta a versão das polícias civis e militar de que o filho dos PMs, Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, teria matado seus pais, avó e tia e cometido suicídio. Intitulada "Não foi o Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini", a comunidade pede mais rigor nas investigações e diz acreditar na inocência do estudante.

O perfil contrapõe as versões das polícias com trechos de depoimentos de vizinhos e familiares. Um dia após sua criação, mais de três mil usuários já curtiram a página. A responsável pela iniciativa prefere não se identificar. Em uma publicação ela diz ser "uma mãe indignada com tamanho absurdo" e em outra "uma cidadã comum", sem ligações com a família das vítimas. A mulher afirma que a revolta com a falta de esclarecimento sobre o caso a fez abrir a página.

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