Padrasto de Joaquim volta a reafirmar inocência

No primeiro depoimento à polícia após ser preso, Guilherme alega que se autoaplicou 30 doses de insulina

Rene Moreira, Especial para o Estado

13 Novembro 2013 | 19h46

RIBEIRÃO PRETO - Guilherme Longo, padrasto de Joaquim Ponte Marques, prestou depoimento na tarde desta quarta-feira (13) na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Foi a primeira vez que ele falou à polícia após ser preso no domingo, 10, quando o corpo do menino de 3 anos foi encontrado no Rio Pardo, em Barretos, no interior paulista.

Ele falou por mais de 3 horas em depoimento finalizado no início da noite. Um promotor e um delegado fizeram as perguntas na presença também do advogado do suspeito. Longo negou qualquer participação sua ou de sua mulher na morte do menino.

Ele alegou ter feito uma autoaplicação das 30 doses de insulina que desapareceram da casa. E afirmou ainda que a pesquisa que fez sobre insulina na internet foi para detectar algo sobre seu efeito calmante, o que o levou a aplicar o medicamento.

Longo estava preso em Barretos e após falar ao delegado teria sido mandado para outro local diferente. Sua mulher, a psicóloga Natália Ponte, está presa na Cadeia Pública Feminina de Franca (SP).

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