Outros virão nas próximas fases, diz governo

O Ministério da Saúde afirma que as cidades com Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM) contempladas pelo programa Mais Médicos preencheram o quarto requisito exigido pelo programa, o de ser capital ou Região Metropolitana em que existam áreas com populações em situação de maior vulnerabilidade.

José Maria Tomazela / SOROCABA, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2013 | 02h06

Ainda segundo o ministério, as cidades foram selecionadas na ordem em que preencheram o cadastro de inscrição, por isso outras cidades já inscritas deverão receber médicos nas etapas seguintes do programa.

O secretário de Saúde de Barra do Turvo, Miguel Muniz de Oliveira, disse que o município demorou a se inscrever porque o site do ministério estava fora do ar no último dia. "Não creio que o melhor critério é da ordem de inscrição, acho que deveria ser o da maior necessidade", afirmou.

No caso de Ribeirão Branco, cidade administrada pelo PT, a prefeitura chegou à conclusão de que não tinha carência de médicos, apesar dos baixos indicadores sociais, entre eles na saúde. A prefeitura não informou de quantos médicos dispõe o sistema municipal de saúde. O coeficiente de mortalidade infantil do município, de 42,35 mortes por mil nascimentos, é um dos mais altos do País e está quase quatro vezes acima da média estadual. A economia de Ribeirão Branco, que tem 18.182 habitantes, é baseada na agricultura. Na zona rural, apenas 5% das moradias têm saneamento básico adequado.

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