Oscar Maroni pode perder benefício da liberdade provisória

Benefício pode cair após empresário ser acusado de agredir a namorada em Santa Catarina

Elvis Pereira, Central de Notícias,

26 Maio 2009 | 18h59

O empresário Oscar Maroni Filho corre o risco de perder o direito de aguardar em liberdade o andamento do processo a que responde por conta da suspeita de que haveria prostituição na casa noturna Bahamas. O Ministério Público (MP) pediu a sua prisão, em razão de ele ter sido detido recentemente. Maroni conseguiu o benefício em outubro de 2007.

 

Ao analisar o pedido, o juiz Edson Aparecido Brandão decidiu solicitar à Justiça catarinense a certidão original da prisão para avaliar o caso. O juiz considerou que os documentos apresentados pelo MP estavam "sem condição total de confiabilidade".

 

O pedido de revogação da liberdade de Maroni foi feito pelo promotor José Carlos Blat durante uma audiência realizada na quinta-feira, 21, na 5ª Vara Criminal, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, sobre o Bahamas. O motivo foi a detenção do empresário em Balneário Camboriú, Santa Catarina, no último dia 7, por supostamente agredir a ex-namorada Vivian Milczewsky, de 27 anos.

 

O promotor alegou que o empresário não comunicou o fato à Justiça. Na ocasião, policiais militares foram acionados para atender a uma ocorrência de furto de veículo. Quando chegaram ao local, Vivian acusou o ex-namorado de agressão. Maroni acabou detido e teve de pagar uma fiança de R$ 465 para ser liberado.

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