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Osasco e Barueri negam existência de toque de recolher; ameaça a alunos é apurada

Boatos ganharam força nas cidades da Grande São Paulo nos últimos dias, mas ocorrências de maior gravidade foram descartadas pelas autoridades. Caso em escola está sob investigação

Isabela Moya, Especial para o Estadão

08 de abril de 2022 | 15h31

As prefeituras de Barueri e Osasco, na Grande São Paulo, negaram que esteja ocorrendo uma imposição de toque de recolher após boatos se propagarem nos últimos dias. Mensagens em redes sociais citavam supostas chacinas e um clima de insegurança que estaria afetando a região, mas a existência das ocorrências foram negadas pelas autoridades.

Em uma escola de Barueri, ameaças feitas contra alunos estão sob apuração, mas a prefeitura da cidade diz que não há “qualquer toque de recolher na cidade, algo completamente sem fundamento”.

Ainda segundo a prefeitura, após o relato de mensagens ameaçadoras por parte de alguns alunos, a escola acionou a Polícia Militar e a Guarda Municipal para investigar o caso. As investigações estão em curso para a identificação do autor das ameaças. Não se sabe se o responsável pelas mensagem é aluno da escola.

O órgão destacou ainda que “a rotina da escola segue normalmente e em nenhum momento houve evacuação ou interrupção das aulas”, reforçando que não há clima de pânico na escola e esclarecendo que as mensagens não tratavam de ameaça de “chacinas”, como foi divulgado extraoficialmente.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o Delegado Titular do 2º DP de Barueri esteve na unidade escolar para tratar do assunto com a diretoria da instituição, mas que, até o momento, o recebimento de ameaças não foi confirmado.

Já a prefeitura de Osasco esclareceu que a Secretaria de Segurança e Controle Urbano, em conjunto com a Polícia Civil, fez o rastreamento das mensagens divulgadas por moradores na quinta-feira, 7, e constatou que “se tratavam de fake news”.

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