Os critérios da Cohab

HABITAÇÃO

O Estado de S.Paulo

29 de dezembro de 2012 | 02h02

Tenho um cadastro na Cohab feito em 2/12/2005. O problema é que nunca recebi informação alguma sobre projetos de moradia. Gostaria de saber quais são os critérios de seleção dos possíveis moradores, como é esse processo e quem analisa os projetos de habitação. Moro na Rua Cidade de Bagdá e, bem em frente de casa, vão construir um conjunto habitacional. Na rua abaixo da minha (Rua Genaro de Carvalho) estão construindo outro conjunto. Perto do Hospital Saboya, no Jabaquara, também estão em construção conjuntos habitacionais. Todos os projetos estão localizados a poucos metros de casa. Uma dúvida: para eu conseguir uma vaga num desses conjuntos ou, no mínimo, receber uma satisfação, tenho de me mudar para uma favela e esta tem de ser desapropriada?

CLEDINALDO ALVES DO NASCIMENTO / SÃO PAULO

A Cohab informa que o preenchimento da ficha de demanda não obriga ou garante o atendimento do cadastrado. Essa ficha habilita o inscrito, quando houver unidades disponíveis adequadas ao seu perfil socioeconômico. Para continuar habilitado, o inscrito deve atualizar seus dados (endereço, renda ou composição familiar). Mesmo que não ocorra nenhuma mudança nas informações pessoais, é preciso acessar o cadastro e confirmar as informações pelo menos uma vez a cada 12 meses para mantê-lo ativo.

O leitor comenta: Conheço pessoas inscritas há mais de 15 anos que nunca receberam informação alguma. Por que existe esse cadastro, se ele não é levado em conta na hora de selecionar os futuros moradores dos conjuntos? É injusto.

SPTRANS

Linha deixou de operar

Escrevo para reclamar do cancelamento de uma linha importante de ônibus da SPtrans, a Linha 907M - Vila Madalena/Berrini. Esta era a única linha direta que atendia a região da Vila Olímpia e da Berrini. Quem mora na Vila Madalena ou trabalha no bairro tem poucas opções de transporte. Gostaria de saber por que cancelaram uma linha de ônibus importante como essa? A cidade de São Paulo já tem um trânsito horrível e empresas como a SPTrans suspendem suas linhas sem motivo. Isso só faz com que compremos mais carros e tornemos o trânsito ainda mais impossível do que já é.

GABRIELLA ANDERSON

/ SÃO PAULO

A SPtrans não respondeu.

A leitora reclama: A Linha 907M - Vila Madalena/Berrini realmente não existe mais. Agora, quem precisa se deslocar da região da Vila Madalena para a Berrini tem de fazer várias baldeações (de metrô e de trem), sem contar o maior tempo gasto no trajeto.

UNIBAN/ANHANGUERA

Faculdade sem aulas

Em 2011 ingressei no curso de direito na Uniban, em São Bernardo do Campo. Com a venda para o Grupo Anhanguera, no 2.º semestre percebi a diminuição da qualidade do ensino. Ainda assim, concluí o 1.º ano do curso. Com a proposta de inúmeras vantagens pela faculdade aos alunos, resolvi continuar, mas o 1.º semestre de 2012 foi catastrófico. Não havia aula nem tutor para tirar dúvidas. Isso sem contar os atrasos dos professores de, no mínimo, 30 minutos! Desmotivada, decidi mudar de faculdade. Terminei o semestre e solicitei o documento para transferência. Após cerca de 40 dias, recebi a documentação, mas ela veio incompleta. Entrei em contato com o diretor da unidade da Anhanguera e com a coordenadora do curso e consegui a liberação da documentação a tempo. O problema é que paguei a rematrícula na Anhanguera antecipadamente para o 2.º semestre de 2012, sem frequentar uma aula. Protocolei o pedido de restituição da matrícula paga, pedindo que fosse feito o abatimento do valor cobrado pelos documentos para a transferência. Obtive uma resposta, verbal, de que não seria feito o ressarcimento. Em dezembro recebi uma cobrança de uma empresa de assessoria financeira, referente à documentação de transferência. É um absurdo!

GISELE SILVA PIQUEIRA

/ SÃO PAULO

A Anhanguera Educacional não respondeu.

A leitora informa: Ainda recebo constantemente ligações da empresa de cobrança no celular, em casa e no trabalho. Da última vez, disseram que meu nome estava sendo encaminhado aos órgãos de proteção ao crédito. Como sou funcionária pública e não posso ter restrição em meu nome, paguei o boleto, mas eles continuam alegando que não me devem nada.

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