Onde foi feita a reforma?

GOTEIRAS E BANHEIROS ENTUPIDOS

O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2012 | 03h06

Fiquei indignado com uma reforma, provavelmente superfaturada, que a Prefeitura fez no CEI Indireto Maria Cursino (Rua Augusto Cavalcanti, n.º 154, José Bonifácio), na Cohab 2, zona leste de São Paulo. Nessa reforma usaram material de baixa qualidade e os brinquedos foram retirados. Quando chove, as crianças não podem sair da sala porque as telhas do pátio estão furadas - o pátio inteiro fica molhado. Além disso, os banheiros entopem o tempo todo, já que o encanamento é de péssima qualidade. O que foi feito com o dinheiro que deveria ser usado na reforma da creche?

RICARDO MONTEIRO / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Itaquera informa que o CEI Indireto Maria Cursino passou por manutenção em janeiro. Foram reformados a cozinha, a despensa e os banheiros. Os sistemas hidráulico e elétrico foram refeitos. As portas e as fechaduras, as luminárias, os pisos e o telhado da escola também passaram por manutenção. Foi construído ainda um muro na entrada da escola, em substituição ao alambrado existente, para maior proteção dos alunos. O pátio foi feito com telhas de zinco e as goteiras surgidas recentemente serão sanadas em breve pela empresa que executou a obra. A entidade mantenedora da escola informa que não há problema na tubulação do esgoto e que está substituindo e modernizando os brinquedos da unidade.

O leitor discorda: O telhado está todo furado e não foi consertado pela empresa que realizou a obra. As paredes estão mal pintadas e os banheiros cheiram mal e têm de ser desentupidos de três a quatro vezes por dia. Mais indignado estou com essa resposta, que faz parecer que está tudo certo.

VILA MARIANA

Rua obstruída e sem asfalto

Gostaria de convidar algum responsável da Subprefeitura Vila Mariana para passar pela Rua Souza Ramos, entre as Ruas Mauricio Klabin e São Gilberto. Nesta rua, extremamente estreita, os carros estacionam dos dois lados, impossibilitando a passagem de veículos. Um pouco mais adiante, há veículos abandonados e um terreno baldio. A "pavimentação" da rua é composta de uma mistura de asfalto, paralelepípedos e terra. A CET poderia proibir o estacionamento? A Prefeitura poderia arrumar as calçadas e o asfalto? É uma vergonha!

MARCUS COLTRO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA), informa que o recapeamento das ruas citadas será incluído em etapas futuras de serviços. A Subprefeitura Vila Mariana manterá, quando necessário, serviços de tapa-buracos. Sobre os carros abandonados e o imóvel, serão enviados agentes ao local para que sejam tomadas as ações necessárias. Informa que a limpeza já está programada e será realizada nos próximos dias.

O leitor relata: Essa desculpa de que a rua vai ser incluída em "etapas futuras" de recapeamento é muito esfarrapada.

FREGUESIA DO Ó

Escuridão e assaltos

Na Rua da Balsa, na Freguesia do Ó, há um condomínio novo. Mas o problema desta rua é a iluminação fraca, com hastes pequenas nos postes e lâmpadas de baixa potência, o que a torna escura e perigosa. A inauguração do condomínio atraiu muitos ladrões, tanto que já perdemos a conta de quantos carros foram arrombados, fora as tentativas de invasão do prédio. A melhoria da iluminação não deve impedir a ação de bandidos, mas pode pelo menos inibi-las.FABIO WENZEL / SÃO PAULO

A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), informa que elaborou projeto para a iluminação da rua citada, que receberá até o fim do semestre novas lâmpadas de vapor de sódio, mais eficientes.

O leitor diz: Espero que o projeto não fique só no papel!

METRÔ

Gestante barrada em vagão

Sou gestante e, em 17/8, fui embarcar no vagão preferencial do Metrô Carrão. Porém um funcionário me barrou e solicitou o cartão de pré-natal. Imaginem o constrangimento! Disse que fazia acompanhamento particular e não tinha o cartão e ele simplesmente não me deixou embarcar. Cadê o bom senso?

ADRIANA GUARIZI / SÃO PAULO

O Metrô afirma que os empregados são orientados a não exigir comprovação para embarque e atendimento preferenciais nas estações. Diz que reforçou a orientação para o quadro operativo.

A leitora reclama: A resposta não é nada convincente! Neste caso, não pedir o documento é a atitude esperada!

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