Obras pioram o trânsito

A concessionária Rota das Bandeiras realiza, em horário de pico, obras na Rodovia Dom Pedro que interrompem até duas das três principais pistas e mais uma das duas pistas laterais, simultaneamente, entre a Rodovia Anhanguera e a pista para Paulínia. Leva-se uma hora e meia para percorrer cinco quilômetros. É absurdo que as obras sejam realizadas de dia, numa pista que, normalmente, já apresenta tráfego lento. Mais absurdo é não haver indicações ou orientações de rotas alternativas. CRISTIANO M. GALLEP / LIMEIRA

O Estado de S.Paulo

06 de fevereiro de 2013 | 02h01

A Rota das Bandeiras esclarece que o trabalho faz parte da obra de recuperação da Rodovia D. Pedro. Os trabalhos de recuperação do pavimento ocorrem normalmente das 9 às 17 horas - naquela semana, excepcionalmente, o trabalho começou às 6 horas. Equipes de engenharia e gestão de tráfego concluíram que fechar a via mais tarde causaria maior impacto no trânsito. Em paralelo, a concessionária realiza a recuperação das pistas marginais da D. Pedro e dos trevos. Após identificar deterioração do pavimento, verificou-se a necessidade de reconstruir o asfalto, a fim de ampliar a segurança e o conforto dos usuários. Nesse processo, é necessário um tempo mínimo de secagem (até 7 dias) do material usado e, portanto, o fechamento da via é ininterrupto nesse período.

O leitor comenta: É óbvio que os reparos devem ser feitos, mas se optou neste caso, como sempre, pelo custo mínimo: fazer todas as pistas de uma vez. Ainda é raro no Brasil uma logística de trabalho que privilegie o usuário. A interdição de uma via por vez e escalas de trabalho noturno minimizariam o impacto no fluxo.

PISTAS BLOQUEADAS NA RODOVIA D. PEDRO

LENTIDÃO DA SPPREV

130 dias para perícia

Sou funcionário público estadual e recebo proventos de aposentadoria pela SPPrev. Em agosto de 2012 fui diagnosticado com moléstia grave, que permite isenção de Imposto de Renda. Em 21/9 compareci à sede da SPPrev e entreguei o pedido de isenção. O prazo de marcação da perícia médica, que é de até 120 dias, se esgotou sem que nenhuma providência tenha sido tomada. O dinheiro que continua sendo descontado faz grande falta para enfrentar os gastos que a doença acarreta. A simples marcação da perícia não encerra o inferno burocrático que tenho de enfrentar, mas fico estarrecido com o descaso da entidade.

ANTONIO ALEXANDRE MURARO

/ OURINHOS

A SPPrev informa que a perícia médica foi agendada para 4/2.

O leitor comenta: A intervenção da Coluna possibilitou a marcação da perícia em tempo recorde. Não fosse isso, estaria até agora esperando a burocracia da SPPrev. Foram necessários 130 dias para que o órgão tomasse alguma providência.

TELEFÔNICA/VIVO

Ligações inconvenientes

São lamentáveis as inúmeras ligações que recebo da Telefônica/Vivo oferecendo, insistentemente e ao longo do dia, produtos e serviços, mesmo após manifestar claramente não ter interesse. Mais lamentável ainda é receber ligações desse tipo às 21 horas, desrespeitando o descanso e a privacidade das pessoas. Quando a prestadora era a Telefônica, achávamos que não era possível existir uma empresa de tão baixo nível; contudo, tenho de reconhecer que a Vivo tem conseguido ser ainda pior.

MARISA FRANZONI DE PIERRO

/ CAMPINAS

A Telefônica/Vivo informa que

tomou as providências para a leitora não receber mais as ligações.

A leitora reclama: A empresa não cumpriu com sua palavra e retornou as ligações de forma insistente e desrespeitosa.

CONFUSÃO DOS CORREIOS

Destinatário bem diferente

Em 11/9/2012 despachei para a Eslovênia um envelope que, não só não chegou, como aparece no rastreamento com o status "Voltando da Rússia para o Brasil". Não recebi o envelope de volta nem consigo o reembolso, embora já tenha preenchido vários formulários. Não bastasse isso, rastreei outro envelope enviado também para a Eslovênia e aparece a informação: "Entregue no destino (Rússia), em 6/10". Como assim?

HENRIQUE WICZER / SÃO PAULO

Os Correios não responderam.

O leitor informa: O problema não foi solucionado e duvido que seja. É só checar o rastreamento no site dos Correios para comprovar o absurdo.

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