Obra e caçambas largadas

ESCOLA NO ALTO DA LAPA

O Estado de S.Paulo

19 de maio de 2012 | 03h04

A Escola Estadual Professor Manuel Ciridião Buarque, no Alto da Lapa, com entrada de seu estacionamento na Rua Aibi, desrespeita a citada via, que é sem saída e residencial, e seus moradores. Caçambas de entulho largadas nas portas de nossas casas ficam cheias de água podre e se tornam criadouros ideais para o mosquito da dengue. Tudo isso sem nenhuma fiscalização da Subprefeitura Lapa. Ao me queixar com a diretoria e com os professores da escola, mandaram eu ir reclamar na imprensa! Funcionários da construtora que está fazendo a reforma não usam equipamento de segurança nem há placa identificando a obra. Além disso, o estacionamento da escola é usado por particulares e comerciantes da região, o que é proibido.

GRIMALDO GRIMALDI / SÃO PAULO

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que as caçambas são usadas pela empresa que executa a reforma na escola. Segundo fiscalização da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), as caçambas são preenchidas e esvaziadas conforme a necessidade. A FDE diz que notificou a empresa, que é obrigada a prover equipamento de segurança a todos os funcionários. Quanto ao uso do estacionamento do prédio escolar, a Diretoria de Ensino Centro-Oeste, à qual está subordinada a escola, já averigua a denúncia e, caso se comprove a irregularidade, serão tomadas providências.

O leitor analisa: É muito fácil escrever se fazendo de competentes, dizendo que fiscalizam e que já tomaram providências. Na madrugada do dia 10/5, novamente um caminhão esvaziou areia na calçada da rua, o que é irregular e sujeito a multas.

TELEFÔNICA-VIVO

Speedy não funciona

Estou sem internet desde que aceitei a instalação dos serviços da TVA, achando que faziam parte da Telefônica. Quando verifiquei o equívoco, cancelei a TVA e pedi para retornar ao sistema da Telefônica. Depois disso, tive problemas com a TV, com a internet e com o telefone. Os problemas com telefone e TV foram resolvidos, mas a internet não funciona desde abril. Mesmo ligando todos os dias na Telefônica, não sou atendida.

MARIANA AFFONSO FERREIRA

/ SÃO PAULO

A Telefônica-Vivo informa que, após ajustes técnicos, o Speedy da leitora está funcionando normalmente. E que a cliente será ressarcida pelo período em que o serviço apresentou problema.

A leitora contesta: Continuo sem internet. Em 8/5 recebi ligação da Telefônica e ficaram de mandar um técnico, mas não apareceu ninguém. Em 9/5 apareceu um técnico da Ajato, mas eu quero consertar o Speedy! Pior: o técnico da Ajato deixou o sinal da TVA funcionando e ainda vou ter que pagar por um serviço que não quero.

COBRANÇA INDEVIDA

Acordo não cumprido

Em março de 2009 minha empresa contratou o serviço Posto Informático da Telefônica, por causa do desconto no Speedy. Em junho de 2011 a Telefônica entrou em contato oferecendo a troca de equipamento, sem custo adicional. Aceitei e, desde então, estão sendo cobradas duas contas referentes ao Posto Informático. Questionei a Telefônica e já solicitei a gravação para confirmar o que fora oferecido, em vão. E, para cancelar o contrato, querem cobrar multa de R$ 616,20.

MÁRIO PEDRO LAGUS

/ SÃO PAULO

A Telefônica-Vivo informa que a situação foi regularizada, sem ônus financeiros para o cliente.

O leitor diz: A empresa prometeu ressarcimento, mas até o dia 15/5 nada foi creditado na conta.

PATRIMÔNIO

Monumentos abandonados

As unhas pintadas do Monumento das Bandeiras não é um fenômeno isolado de falta de cuidados com monumentos e obras de arte da cidade. Veja o próprio Monumento das Bandeiras, impossível de ser visto da Av. Brasil por incúria da CET, que bloqueou com placas a perspectiva de quem se aproxima. O Monumento da Independência é impossível de ser visualizado também pelo desastroso arranjo viário, semáforos, placas e toda sorte de fios estendidos. Outro exemplo é o magnífico painel de azulejos de Clóvis Graciano, impossível de ser visto pela velocidade com que se cruza a via. Isso se soma ao descaso acintoso das autoridades na defesa da integridade das obras artísticas. Na Av. República do Líbano vi um grupo de vândalos na fonte da Praça Cidade de Milão. Estavam dentro dela e um deles tentava fazer com que o skate deslizasse pela borda de pedra, fazendo guinchar os metais dos eixos na superfície da pedra. Uma viatura da PM viu tudo, mas nada fez.

CORINTO L. RIBEIRO / SÃO PAULO

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