Obra atrasa volta às aulas

EDUCAÇÃO INFANTIL - IMPROVISO EM PIRITUBA

O Estado de S.Paulo

11 de fevereiro de 2012 | 03h04

A Prefeitura de São Paulo licitou empresas para executar reformas em Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis). Ótimo, pois não é comum o cuidado da Prefeitura com a infraestrutura escolar, que depende da ajuda financeira dos pais. Porém, na escola em que minha filha de 5 anos está matriculada, as aulas não têm previsão de retorno. Motivo: a empresa "licitada" só começou a reforma em 18/1. Os pais não sabem para onde encaminhar as crianças. A Prefeitura se manifestará ou deixará a "batata quente" para quem não tem nada a ver com isso?

JULIA MEIRELLES / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Pirituba informa que os alunos da Emei Dona Leopoldina iniciaram o ano letivo no parque do CEI Vila Leopoldina e na brinquedoteca, no circo e em parques do Clube-Escola Lapa Pelezão. A mudança, provisória, garantiu atendimento às crianças a partir de 6/2, data de início das aulas na rede municipal. As obras começaram no período de férias escolares e devem terminar em março. Acrescenta que a escola não depende de ajuda financeira dos pais.

A leitora contesta: A direção da escola entrou em contato comigo de maneira nada simpática, fiquei com receio de deixar a minha filha lá. As aulas ainda não começaram. O que faremos até março? A estrutura cedida pela CEI e pelo Pelezão não comporta os alunos e não é propriamente um local para educação. Além disso, o atendimento é só até as 12 horas. Não é possível que o planejamento de reforma da Prefeitura não considerou o fato de que mais de 200 crianças pudessem ficar mais de um mês sem aula. É muito descaso.

VISTORIA NÃO RESOLVEU Mesas na calçada e barulho

Quero registrar reclamação à Prefeitura, especificamente ao Programa de Silêncio Urbano (Psiu), sobre um estabelecimento localizado na Rua 13 de Maio, onde tocam música ao vivo. O local provavelmente não tem isolamento acústico, pois o barulho é alto e incomoda muito. Isso é regular? É correto o uso de calçada para colocar as mesas e as cadeiras?

SÉRGIO HIDEKI KANOMATA

/ SÃO PAULO

A Subprefeitura Sé esclarece que o estabelecimento foi intimado a apresentar, em até 5 dias, licença de funcionamento. O resultado determinará as ações fiscais cabíveis. Quanto à ocupação irregular do passeio, informa que está sendo agendada vistoria no local.

O leitor relata: Em 2/2 vi que agentes da Prefeitura recolheram as mesas e as cadeiras. Mas, infelizmente, no último fim de semana (4 e 5/2), o problema voltou e o barulho continua.

RECEITA FEDERAL

Taxa mais cara que a obra

A fúria em recolher impostos não tem limites. Recebi um presente de um amigo de Chicago e fui retirá-lo nos Correios. Apesar de constar na declaração da encomenda que se tratava de uma obra de arte (era um quadro), para retirá-lo tive de pagar R$ 111 de imposto. Não entendi o aviso da Receita Federal de que o produto havia sido taxado. Por quê? Enquanto meu amigo teve de pagar cerca de R$ 75 para despachar o presente, desembolsei R$ 111 para recebê-lo. A alíquota é de quanto sobre qual valor?

ROBERTO TEIXEIRA FRANÇA

/ SÃO PAULO

A Receita Federal não respondeu.

O leitor reclama: Não recebi nenhuma explicação da Receita Federal. Apelei à Coluna pois creio que é a única forma de ter alguma repercussão. É absurdo receber um quadro e ter de pagar uma taxa de importação de valor superior ao da própria obra. Ainda gostaria muito de saber quais os critérios a Receita Federal adota para criar essa taxação absurda.

DESCASO DA AZUL

Estorno demorado

Comprei uma passagem da Azul para viajar em 20/8. Cancelei a passagem em 16/8 e salvei o comprovante. Esperei por 4 meses o estorno e nada. Enviei o comprovante por e-mail e disseram que o formato não era válido. Reenviei-o no formato PDF, como instruído, mas disseram que não valia pois precisavam da tela "print." Ora, no dia em que cancelei não apareceu outro comprovante (por erro no sistema de pagamento do site).

WASHINGTON M. DE OLIVEIRA

/ SÃO PAULO

A Azul diz que entrou em contato com o leitor e o caso foi resolvido.

O leitor comenta: Milagrosamente a empresa ligou no dia 6/2 e pediu desculpas. Se o jornal não intercedesse, não haveria estorno. Fica a impressão de que as coisas só andam sob ameaça de processo.

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