'O VIDRO NÃO SAÍA', CONTA ENFERMEIRA

Os passageiros levaram mais de dez minutos para conseguir abrir a janela de emergência do vagão em que estava a técnica em Enfermagem Elisabete Tameirão, de 46 anos. "O vidro não saía. Se tivesse alguém morrendo lá dentro, teria morrido", disse Elisabete.

O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2012 | 07h44

"Primeiro, dois rapazes deram várias pancadas e não saiu. Depois, um senhor deu dois chutes. No primeiro, rachou o vidro. Só depois do segundo chute é que conseguiram quebrar." Ela conta que teve de caminhar na linha até a Estação Penha, pegou dois ônibus e um metrô para chegar a um exame admissional. "Sorte que saí adiantada", contou. Na volta, ainda sem metrô, desceu no Tatuapé e teve de pegar outro ônibus. / A.R.

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