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O que fazer no Jabaquara

Bairro tem opções de passeios para todos os gostos e idades

O Estado de S. Paulo

19 de outubro de 2015 | 18h26

O Jabaquara pode se orgulhar de ser o "marco zero" do metrô de São Paulo – sua estação principal é também a primeira a funcionar no Brasil. Se hoje mais de 4 milhões de passageiros passam por dia nos trens, na década de 70, quando a parada do Jabaquara foi inaugurada como ponto inicial de um trecho de pouco mais de seis quilômetros até a Vila Mariana, eram menos de 3 000 pessoas. O bairro hoje conta com três estações (Jabaquara, Conceição e São Judas) e uma rodoviária intermunicipal de onde saem os ônibus para o litoral. Perto dali, fica o Aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do país. Vivem na região mais de 200 mil pessoas. 

Comes e bebes

Restaurantes e bares: na simpática Parrilla Argentina (R. Professor Sousa Barros, 493) o ponto da carne, ao gosto do cliente, é respeitado. Há linguiças e empanadas e é possível fazer a refeição em mesinhas na calçada.  A história do Chuletão Grill e Pizza (R. Gustavo da Silveira, 724) começa em 1963, quando ainda era uma quitanda. Hoje, a casa tem cardápio variado e atrai o público fiel à saborosa chuleta, uma bisteca de boi de 600 gramas. 

O bairro tem ainda uma unidade do sushi-bar Hiatari (Av. Mascote, 1454), que opera em sistema de rodízio e à la carte. No Aneto (Av. do Café, 277), o destaque é o bufê de massas, saladas e carnes.  No quesito cervejas e petiscos, sobressai o Boteco São Francisco (Av. Jabaquara, 1955), que ocupa o mesmo imóvel há mais de cinquenta anos. 

Passeios

Centro Cultural Jabaquara (Acervo da Memória e do Viver Afrobrasileiro Caio Egydio de Souza Aranha) (R. Arsênio Tavolieri, 1): o espaço é dedicado a cultura e tem oficinas de teatro e música, além de apresentações artísticas variadas. Funciona como pequeno museu, reunindo objetos ligados a cultura afro-brasileira. 

Estádio de Gateball (Av. Leonardo da Vinci, 1551): o jogo, uma mistura de golfe e bilhar inventada em 1947 no Japão, tem um dos principais campos da capital paulista no Jabaquara. O local é utilizado para eventos e partidas da União dos Clubes de Gateball do Brasil. 

Igreja de São Judas Tadeu  (Av. Jabaquara, 2682): criada na década de 40, atrai multidão de fiéis ao padroeiro das causas desesperadas. A comunidade prepara uma grande festa para comemorar o dia de São Judas Tadeu (28 de outubro). Neste ano, as celebrações começam no dia 24, com uma noite italiana, e seguem até o dia 29, na missa solene. 

Museu da Lâmpada (Av. João Pedro Cardoso, 574): inaugurado em 2012, é dedicado à história da iluminação. Os visitantes aprendem como funcionam as lâmpadas e há dicas de economia. Funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h. As visitas são agendadas pelo site da instituição (www.museudalampada.com). O ingresso é pago com um quilo de alimento não perecível, que será doado a instituições carentes.

Parque Lina e Paulo Raia (R. Volkswagen, s/nº): próximo à estação Conceição do metrô, foi inaugurado em 1980. Na maior área verde da região, também está localizada a Escola de Iniciação Artística. Tem uma rica fauna e uma flora com várias árvores frutíferas. 

Sede da Seicho-no-Ie (Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 1266): a central brasileira da filosofia Seicho-no-ie fica perto da estação Conceição do metrô. Os atendimentos pessoais acontecem de segunda a sábado, das 8h às 17h e domingo e feriados das 8h às 12h, sem nenhum custo.

Sítio da Ressaca (R. Nadra Raffoul Mokodsi, 3): datada provavelmente de 1719, a casa, sede de um sítio que beirava um antigo caminho para Santo Amaro, é um dos exemplos de arquitetura bandeirista na cidade de São Paulo. Seu último proprietário foi Antonio Cantarella, que transformou o local em chácara e contribuiu para o loteamento do bairro. Funciona como museu, mostrando peças afro-brasileiras da região. De terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada grátis.

Zoológico de São Paulo (Av. Miguel Estéfano, 4241): fica na Água Funda e abriga mais de 3 000 animais de todas as partes do mundo em um espaço de 800 mil metros quadrados de Mata Atlântica. Funciona todos os dias, das 9h às 17h, com entrada a R$ 25,00 (acima de 12 anos). R$ 10,00 (de 6 a 12 anos). Grátis para quem tem de 0 a 5. Há passeios noturnos sob agendamento. 

Compras

O principal centro de comércio do bairro é a avenida Santa Catarina, onde é possível encontrar lojas variadas. Vizinhos do bairro existem dois grandes shoppings: o Plaza Sul (Praça Leonor Kaupa, 100), aberto em 1994 e atualmente com mais de 200 lojas em funcionamento, e o Santa Cruz (R. Domingos de Morais, 2564), anexo ao metrô e com um dos cinemas mais concorridos de São Paulo.

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