O país da urna eletrônica

Procura-se

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2012 | 03h06

Depois de faltar aos jogos da seleção contra a Argentina e ao último UFC no Canadá, Galvão Bueno deu bolo também no GP do Japão de Fórmula 1. O locutor anda mais sumido na Globo do que o Adriano no Flamengo!

Via-crúcis

Condenado a 1 ano de cadeia, o ex-mordomo do papa Bento XVI, Paolo Gabriele, desabafou à saída do tribunal: "Me pegaram para Zé Dirceu do Vaticano!"

Rusgas sem rugas

O botox não deixa a gente ver direito a expressão de tristeza de Celso Russomanno com o resultado das eleições no primeiro turno.

Calma, Zé!

Se, como se espera, os ânimos se acirrarem no segundo turno das eleições em SP, José Genoino vai acabar mordendo um jornalista na zona eleitoral do Butantã, onde vota.

Melhor não!

Vitoriosos no Rio, Eduardo Paes e Sérgio Cabral liberaram a militância para a festa logo no início da noite de domingo com uma única recomendação:

"Nada de guardanapo amarrado na cabeça, ok?"

Tira-teima eleitoral

A boca de urna em Salvador confirmou: aos 5 anos, a filha mais velha de ACM Neto já está quase do tamanho do pai!

Tamanho x peso

O governador Eduardo Campos (PSB-PE) pode até ser o político que mais cresceu nessas eleições. O que mais engordou, comenta-se em Belo Horizonte, foi o Aécio Neves.

Com todo respeito à fama que conquistamos lá fora por causa do futebol, da bossa nova, do café, do carnaval, da caipirinha, do Paulo Coelho e da Gisele Bündchen, o que o Brasil tem de mais inigualável na atualidade são as urnas eletrônicas.

Modéstia à parte, poucas coisas no mundo - entre elas, talvez, o iPhone 5 e o time do Barcelona em seus melhores dias - parecem tão bem boladas quanto o nosso sistema de votação.

O Brasil funciona em dia de eleição como uma Ferrari ou um relógio suíço: tudo acontece sempre de maneira muito rápida e precisa entre a captação e a apuração de quase 140 milhões de votos!

Com a revelação dos primeiros resultados oficiais menos de duas horas após a divulgação das pesquisas de boca de urna, os analistas políticos de plantão nos canais de jornalismo ficam praticamente sem tempo para quebrar a cara em prognósticos na TV.

Ninguém nos Estados Unidos, onde o escrutínio é praticamente uma carroça eleitoral, entende como pode o brasileiro levar 30 segundos para votar e duas horas preso no trânsito para chegar ao trabalho.

Quem dera tudo por aqui funcionasse como as urnas eletrônicas!

Uma besta

Derrotado nas urnas em SP, Agnaldo Timóteo tem razão ao se penitenciar - "Sou um idiota!" - por ter mudado nessas eleições seu tradicional número de candidato, de 22123 para 22122. Conhecendo seu eleitorado, devia saber que a turma custa a entender!

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