O monotrilho é uma boa ou má opção para SP?

Da facilidade de construção até o impacto na paisagem urbana dos bairros, entenda os pontos positivos e negativos do modelo

RODRIGO BRANCATELLI / REPORTAGEM, CAROLINA CAVALEIRO , MARCOS MÜLLER / INFOGRAFIA, O Estado de S.Paulo

19 Março 2012 | 03h01

SÃO PAULO - No meio da interminável discussão sobre trânsito, carros, metrô, corredores de ônibus, faixas de motoboys e ciclorrotas, mais uma palavra entrou recentemente no vocabulário paulistano: monotrilho. De uma hora para outra, aquela imagem do trenzinho suspenso da Disney World virou a salvadora dos congestionamentos de São Paulo, a solução para melhorar os deslocamentos e diminuir os custos do governo.

 

Ao mesmo tempo, o mesmo monotrilho passou a ser odiado por associações de moradores, transformando-se em um símbolo do mau gosto e da degradação urbana. Afinal, quem está certo? Há um meio termo?

O monotrilho é um trem elétrico suspenso, que corre com pneus encaixados em um trilho a cerca de 15 metros de altura. Um dos mais antigos do mundo, o de Wuppertal, na Alemanha, foi construído em 1901 e ainda continua funcionando.

Apesar de ser mais conhecido em parques de diversão e aeroportos, o monotrilho é a aposta da Prefeitura e do governo do Estado para criar um sistema de média capacidade. Três linhas devem ser construídas e os primeiros veículos já estão quase prontos. Mas, voltando ao primeiro parágrafo, o monotrilho é bom para São Paulo? O poder público está certo em investir no modelo, ou os moradores estão corretos em criticar os trens suspensos?

 

Com a ajuda de especialistas, o Estado listou pontos positivos e negativos do projeto, além de analisar o que deu certo e o que deu errado na adoção do monotrilho no resto do mundo.

 

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