O interesse é só na venda

TELEFÔNICA - SERVIÇO SEM QUALIDADE

O Estado de S.Paulo

18 Novembro 2011 | 03h02

Após receber várias ligações da Telefônica oferecendo o plano de fibra ótica, no lugar do Speedy, aceitei. Os técnicos da empresa vieram ao prédio para fazer as instalações e constataram que não havia infraestrutura para receber a fibra ótica. Informaram que a instalação seria feita após a solução do problema. A equipe retornou no dia 18/10 e constatou que nada mudara. Como a internet não funcionava mais, entrei em contato com a Telefônica, que informou que o problema era com o computador. Mas um técnico de outra empresa constatou que o problema era com o Speedy. No dia 25/10, fui informado de que o pedido de fibra ótica deveria ser cancelado - pois não havia infraestrutura para a instalação - e reativado o Speedy, que tinha sido cancelado pela própria Telefônica. Esses fatos só foram descobertos após inúmeras ligações diárias. No dia 2/11, como nada tinha sido resolvido, soube por uma supervisora do pós-venda que o problema persistia porque não tinha sido retirado o registro de solicitação de fibra ótica, o que impedia a reativação do Speedy. Como dependo da internet para trabalhar, desde outubro estou com o serviço 3G da Vivo.

ALAN JUAN LEAR / SÃO PAULO

A Telefônica não respondeu.

O leitor relata: O problema não foi resolvido. A minha percepção é de que a Telefônica está dividida em setores que não conseguem se comunicar. Não existe gestor de negócios, só há atendentes e supervisores com atuação limitada. Isso impede que o problema seja avaliado para a busca de uma solução (aliás, acho que nem mesmo sabem qual é o problema!).

LEI DAS CALÇADAS

O que falta para funcionar?

Há tempos me sinto indignada com a péssima condição das calçadas da capital. Já liguei inúmeras vezes para o 156, cujo discurso do funcionário é de que essa reclamação não é dessa alçada, mas, quando falo de possível envio do caso ao jornal, ele acaba acatando as denúncias, que não podem ultrapassar 3 endereços. O problema é que essa burocracia é desgastante e não resulta em nada. Já reclamei diversas vezes dos buracos e da falta de rebaixamento para deficiente da calçada que fica na esquina da Av. Angélica com a Rua Maceió, em vão. Onde estão o planejamento e a fiscalização? Se os serviços não podem ser feitos simultaneamente, quem executa os rebaixamentos deveria comunicar ao setor competente sobre outros problemas, para o reparo ou aplicação de multa ao proprietário do imóvel.

FRANCISCA DE LURDES SILVA

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa, por intermédio da Subprefeitura Sé, que vai vistoriar as calçadas da rua citada e seu entorno. Caso constatadas as irregularidades, serão adotadas as medidas previstas pela legislação. A nova Lei das Calçadas nº 15.442/11 prevê que elas tenham 1,20 m de área livre de passeio público. Nos casos em que existam obstáculos no local, mas essa metragem estiver contemplada, não há infração à lei. Locais que apresentem problemas de acessibilidades ou algum tipo de risco, inclusive, os identificados pela população, serão analisados pela Prefeitura e outros eventuais órgãos, para que sejam sanados, conforme a legislação.

A leitora analisa: Vou aguardar os reparos. Nada foi dito com relação ao mau atendimento do 156 para tais problemas, e a razão da limitação para denunciar só 3 calçadas para cada ligação. Falta um canal direto, de preferência pela internet.

Há um enorme buraco na Rua Pedroso Alvarenga, 810 (quase na esquina da Rua João Cachoeira). Essa situação é extremamente perigosa e ninguém toma conhecimento.

CLARICE EIZENBERG / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

A leitora revela: O buraco continua, ninguém tomou providências e o perigo é enorme.

EMPRESAS AÉREAS

Reflexo da impunidade

Li neste espaço, em 15/11, que a leitora sra. Marcia Frankenthal perdeu a conexão de um voo, em razão de não ter sido avisada pela TAM da mudança de horário. A TAM se isenta de culpa e afirma ter avisado a leitora e ter isso registrado em gravação, mas se recusa a apresentá-la. Será que vai ficar por isso mesmo? Não há ninguém, nenhum órgão fiscalizador que interfira nesse descalabro? Será que a única opção será ir ao Judiciário e esperar anos para ter a remota possibilidade de recuperar o seu prejuízo? Esse fato nos dá a dimensão da onda de impunidade que, em todos os níveis, assola o País.

CARLOS M. MARTINS / SÃO PAULO

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