O D.O.M. encurtou as distâncias

Análise: Luiz Américo Camargo

EDITOR EXECUTIVO, CRÍTICO DO PALADAR, O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2012 | 03h05

No mundo pós-Ferran Adrià, na incerteza sobre de onde virá a próxima "nova revolução", o chef Alex Atala brilha como um dos grandes expoentes da gastronomia atual. Se em 2006 a primeira menção pela Restaurant foi uma surpresa, sete anos depois eu diria que a evolução do D.O.M. foi tão consistente que faz todo sentido que ele se instale no alto da lista. Sua cozinha é cada vez mais rigorosa nas execuções e sólida no conceito. E a comida, mais e mais, tem colocado o prazer gastronômico em primeiro plano. Atala manteve as bases clássicas, não se desconectou do moderno e jamais abriu mão da peculiaridade de ser brasileiro. Se havia grande diferença no passado, em relação a seus pares na Europa e nos EUA, o chef foi encurtando distâncias. O D.O.M., no alto do ranking, faz, sim, uma bela figura.

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