O cigarro que salvou uma vida

João Pedro Castro, de 20 anos, não fuma. Mas um cigarro o salvou do incêndio da Kiss. "A banda (Gurizada Fandangueira) começou a tocar sertanejo. Como não gosto muito, fui ao banheiro. Na volta, até perguntei que cheiro era aquele, de queimado", contou.

O Estado de S.Paulo

29 Janeiro 2013 | 02h01

O estudante de Engenharia de Controle de Automação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), então, foi fumar fora da boate. "Não fumo há dois anos, mas bateu a vontade. De repente, todo mundo começa a sair da balada. Uma guria falou que estava pegando fogo. Vi uma fumaça clara, depois densa e escura." João tentou ajudar, mas como a confusão era grande, ele foi para casa. Começou a acompanhar as notícias pelo Facebook.

Um dos colegas de Pedro morreu. "Fico pensando se não tivesse saído. Estava perto do palco, longe da porta", relembrou. "O local de fumantes na saída atrapalhou as pessoas, que tiveram de derrubar a grade na correria." / NATALY COSTA

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