Helvio Romero/Estadão
Helvio Romero/Estadão

Ô abre alas para filmar

'O carnaval de rua é de gente comum'

O Estado de S.Paulo

26 Fevereiro 2017 | 03h00

Como diz a marchinha, pode faltar arroz, feijão e pão, mas, hoje, o que não pode faltar é um bendito celular. São tantos lives, posts, twittes e fotos compartilhadas que até o mais avesso à folia é abraçado pelo carnaval. Basta abrir a internet e alalaô!

“Eu postei em todos os lugares. Tem foto e vídeos no Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat. Acho que é um jeito de envolver todos os amigos e conhecidos no nosso carnaval”, conta a massoterapeuta Mônica Morales, de 31 anos. “Muita coisa acontece ao mesmo tempo no carnaval. Não dá para estar em todos os lugares. Então, as redes sociais ajudam a gente a sentir um gostinho da folia como um todo”, completa.

“Não é mais o carnaval do famoso ou da celebridade. O carnaval de rua é de gente comum. É meu, dos meus amigos e conhecidos”, filosofa o engenheiro Rogério Botelho Neves, de 28 anos.

No carnaval em que quase todo mundo quer ver e ser visto, os aplicativos de paquera estão em alta. O Tinder, por exemplo, teve um aumento de 10% de usuários no final de semana do pré-carnaval. “Eu marco com o ‘crush’ no próprio bloco. Assim, se for uma decepção, eu saio sambando e sumo na multidão”, confessa a advogada Renata Nascimento, de 25 anos.

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