NY quer usar tecnologia para construir parque subterrâneo Mini-Malásia feita de tijolos de plástico

CHINA

RODRIGO BURGARELLI, O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2012 | 03h03

Metrôs das metrópoles estão no vermelho

Depois de uma década de expansão sem igual - Pequim ganhou mais cinco linhas entre 2000 e 2008 -, os metrôs das principais cidades chinesas estão amargando déficits cada vez maiores. A principal causa é o preço baixo das passagens, que chega a custar apenas R$ 0,60. Isso, porém, está afetando o ritmo de construção das linhas - cerca de 70% dos novos projetos no país serão adiados.

Os nova-iorquinos estão levando a sério seu projeto de transformar uma estação de bondes subterrânea do início do século 20 que está abandonada em plena Manhattan em um parque subterrâneo. Um grupo de apoiadores da ideia criou uma tecnologia para captar a luz solar das calçadas logo acima e amplificá-las por sistemas de lentes e espelhos, para permitir a criação de árvores debaixo da terra. Um software foi programado para calcular a posição do sol e rotacionar as estruturas, para aproveitar o máximo de energia.

O projeto foi apelidado de "Lowline", em referência ao parque Highline - antigo minhocão da cidade que se transformou em área de lazer e virou símbolo de revitalização urbana. Após provar que é possível, os organizadores da ideia querem agora convencer o poder público a começar as obras.

A cidade de Nusajaya, na Malásia, ganhou ontem a 1ª Legolândia da Ásia e a 5ª do mundo. O parque temático tem um modelo da capital, Kuala Lumpur, com o Petronas Twin Towers, o 6º maior prédio do mundo.

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