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Novo secretário de Doria quer que empresas paguem auditoria na Prefeitura

Paulo Uebel afirmou que a administração municipal vai ter a colaboração de consultorias brasileiras e multinacionais; gestão Haddad já utilizou mecanismo

Daniel Weterman e Adriana Ferraz, O Estado de S. Paulo

17 de novembro de 2016 | 14h14

SÃO PAULO - Paulo Uebel, anunciado nesta quinta-feira, 17, como secretário de Planejamento e Gestão pelo prefeito eleito João Doria (PSDB), afirmou que a administração municipal vai ter a colaboração de consultorias brasileiras e multinacionais para fazer auditoria nos processos internos e nas contas da Prefeitura, a fim de cortar gastos. Ele defende que essas empresas podem fazer isso sem custos para o poder público, sem detalhar o formato. O futuro secretário, vindo do setor privado, negou possível conflito de interesses. 

Uebel, que já foi diretor geral do Lide, afirmou que a Secretaria de Negócios Jurídicos vai avaliar a forma de usar essa ferramenta dentro dos parâmetros legais. O futuro secretário usou o exemplo da Prefeitura do Rio de Janeiro, que teve bons resultados com auditorias já realizadas.

"Em 2017, vamos fazer convênios, procurar recursos da sociedade civil e da iniciativa privada para custear isso. As próprias consultorias já têm orçamento para fazer ações de interesse público, vamos utilizar isso para não usar recursos públicos", comentou.

A gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) já utilizou o mecanismo de auditoria no início do governo, após as manifestações de 2013 que pediam a abertura da "caixa preta" da área de transportes.

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