Nome é colocado por erro

Em 10/10/2009, solicitei à AES Eletropaulo o desligamento da energia de um apartamento em que morava de aluguel. Algum tempo depois, soube que ainda chegavam contas desse apartamento em meu nome e, em 25/11/2009, pedi novamente o desligamento. Em dezembro a proprietária disse que ainda havia contas em aberto. Informei-a sobre os procedimentos feitos e ela falou que iria pagá-las mesmo assim, pois queria alugar o apartamento. Entretanto, em 8/7, recebi uma carta da Serasa informando que meu nome estava sendo incluído no registro deles por causa de uma conta de energia elétrica de junho de 2010. Não consigo entender como, após mais de 6 meses, a AES Eletropaulo ainda mantém meu nome como responsável pela conta de energia elétrica daquele apartamento! O corte ocorreu por falta de pagamento e religaram a energia com meu nome! Pretendo comprar um imóvel e a AES Eletropaulo, além de sujar meu nome, vai tirar meu sonho de financiar a minha casa própria?

, O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2010 | 00h00

ROBERTO PELLEGRINO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que, no dia 23/7, o nome do cliente foi excluído do cadastro da Serasa. A suspensão no fornecimento de energia foi realizada no dia 27/7. Explica que o serviço não havia sido realizado anteriormente porque o endereço cadastrado no sistema difere do local mencionado pelo sr. Pellegrino para a realização do corte. A concessionária esclarece que o cliente precisa atualizar o endereço cadastrado. Acrescenta que a unidade consumidora também possui um débito referente à fatura de maio. É necessário que o cliente compareça à loja mais próxima (endereço impresso na conta) para solicitar a isenção do débito e alterar o endereço cadastrado.

ERRO DE INTERPRETAÇÃO

Deixa aluno sem escola

Meu filho passou em 2.º lugar no Vestibulinho para o curso de Enfermagem na Escola Técnica Estadual (Etec) de Cachoeira Paulista. Mas não pôde fazer a matrícula porque cursou parte do Ensino Fundamental em uma escola particular como bolsista integral e se inscreveu na categoria de pontuação acrescida (acréscimo de pontos à nota final obtida em exame seletivo ao candidato que cursou integralmente o Ensino Fundamental em instituições públicas). Li o manual e, como o meu filho estudou uma parte do Ensino Fundamental em escola pública, acreditei que era o suficiente para ele ter direito à pontuação acrescida. No ano passado, o garoto cursou técnico em informática nessa mesma Etec, prestou o Vestibulinho na mesma categoria e não teve problemas porque apresentou a declaração de que fora bolsista. Mesmo sem os pontos da pontuação acrescida, ele seria classificado.

JOÃO CARLOS LOPES NUNES

/ SÃO PAULO

O Centro Paula Souza esclarece que o Manual do Vestibulinho das Etecs informa que "o candidato que utilizar o Sistema de Pontuação Acrescida, pelo item "escolaridade pública", caso não comprove ter cursado integralmente da 5ª a 8ª série ou do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em instituições públicas, será impedido de realizar a sua matrícula, conforme consta no artigo 6º do Decreto Estadual nº 49.602/05, não havendo possibilidade de reclassificação". Diz ainda que o manual informa que: "Não serão permitidas, em hipótese alguma, alterações ou inclusões na Ficha de Inscrição eletrônica, principalmente nos campos "Etec / Extensão de Etec", "curso e período" e Sistema de Pontuação Acrescida (afrodescendência e escolaridade pública), em qualquer etapa do presente Processo Seletivo Vestibulinho." Acrescenta que a publicação especifica o que são instituições de ensino definidas como públicas e que a gratuidade do ensino não indica, necessariamente, que a escola seja pública. Explica que, por exemplo, as fundações, cooperativas, Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac) etc., embora gratuitas, são consideradas particulares por causa de sua dependência administrativa com o setor privado.

ESTAÇÃO IMIGRANTES

Falta sinalização nas ruas

Moro no bairro de Chácara Klabin, a 400 metros da Estação Imigrantes do Metrô. Todos os dias aqueles que se dirigem à entrada da Rua Saioá arriscam suas vidas, porque não há faixa de pedestre nem tempo de espera no semáforo nas Ruas Vergueiro e Saioá - obrigatórias para chegar na entrada da Estação. Por causa do Metrô, há um intenso fluxo de pessoas e um expressivo fluxo de veículos nessas ruas, quase ininterrupto no horário comercial.

SÉRGIO SAYEG / SÃO PAULO

A CET não respondeu.

O leitor comenta: Sinto informar que a CET ainda não tomou nenhuma providência. Continuo agoniado vendo diariamente pedestres atravessarem afobadamente as referidas vias, pondo em risco suas vidas, e uma simples sinalização resolveria a questão.

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