No RS, passageiros divergem sobre eficácia das novas medidas

Passageiros que já processaram empresas aéreas divergem sobre a eficácia da resolução. O funcionário público Telmo Luis Boll Damiani acredita que a norma pode evitar situações como a que viveu em maio de 2008, quando ficou 20 horas no Aeroporto de Ezeiza, na Argentina, à espera de um avião da Gol para viajar de volta a Porto Alegre.

Elder Ogliari, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2010 | 00h00

Outro funcionário público, Luciano de Moraes Quadros, de 30 anos, é um pouco mais cético. "A sensação que temos é de que a Anac não age em favor dos passageiros." Ele move ação contra a Gol por espera superior a seis horas no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais (PR), em 2007.

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