No que deu...

'Táxi amigão' com desconto para boêmios

O Estado de S.Paulo

12 Julho 2012 | 03h04

Em dezembro de 2009, a Prefeitura de São Paulo anunciou um projeto para incentivar o uso de táxis à noite. O Táxi Amigão cobraria bandeira 1 durante a noite, em vez da bandeira 2, mais cara. Eram 810 motoristas. Todos de pontos famosos pela concentração de bares e baladas.

O público-alvo eram os baladeiros da cidade. Se andassem de táxi, não precisariam dirigir após beber. Vantagem para o próprio motorista, que não correria risco de ser flagrado em uma blitz da lei seca, e para toda a cidade, que teria menos motoristas embriagados circulando pelas vias da cidade e correndo o risco de causar acidentes.

Mas, de lá para cá, quem circula por regiões como Vila Madalena, na zona oeste, e Vila Olímpia, Itaim-Bibi e Jardins, na sul, não tem visto mais os táxis com os letreiros verdes do programa.

Uma impressão falsa, segundo a Prefeitura, que garante que os táxis especiais continuam em operação. E até aumentaram de quantidade - hoje, já somam 2.319 taxistas inscritos.

O Departamento de Transportes Públicos diz que os pontos de Táxi Amigão agora são privativos (antes, qualquer taxista podia parar nos pontos amigões). O número de locais chega a 59, com mais 20 pontos de apoio, e continuam instalados nos locais mais boêmios da capital. / BRUNO RIBEIRO

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