No que deu...

No que deu...

Paulo Saldaña, O Estado de S.Paulo

02 Dezembro 2010 | 00h00

Só 16 de 80 motolâncias rodam em SP

Das 80 motolâncias recebidas pela Prefeitura de São Paulo para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), apenas 16 estão circulando pela cidade. Em junho, eram 12.

As motos, usadas para agilizar o atendimento, foram entregues pelo Ministério da Saúde entre abril e dezembro do ano passado, mas 64 delas estão paradas, aguardando a capacitação de médicos e enfermeiros para poderem ser guiadas.

O tempo médio do atendimento feito por motociclistas é de cinco minutos, três vezes menor que o de um carro, segundo o Corpo de Bombeiros.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a administração precisou editar portaria que permitiu que os profissionais da secretaria se candidatassem à função. A Prefeitura informa que, quem se mostrou interessado, foi treinado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsável pelos cursos de direção defensiva. Não indicou, entretanto, quantos são no total. No meio do ano, havia 24 habilitados e 14 aguardando data para o curso.

A Prefeitura afirma que o Ministério da Saúde não planejou as etapas necessárias para a operação, como a criação da carreira de motociclista de resgate. O Ministério, por sua vez, argumenta que as secretarias municipais são responsáveis pela execução do programa. E que não recebeu outras solicitações de treinamento de condutores. S

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