No gabinete do prefeito, um QG para monitorar SP

Sala de situação tem 42 monitores que permitem acompanhar os problemas da cidade, como trânsito, enchentes e fila em hospitais

EDUARDO ASTA / INFOGRAFIA, TEXTO, JONATAN SARMENTO / ILUSTRAÇÃO, ARTUR RODRIGUES / REPORTAGEM, O Estado de S.Paulo

02 Janeiro 2013 | 02h03

Se o prefeito não for até as enchentes, trânsito e filas nas unidades de atendimento médico, os problemas de São Paulo vão até ele. No gabinete do titular da administração, há uma sala de situação com 42 monitores.

Os aparelhos foram instalados em junho a pedido do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD).

A sala é composta de três conjuntos de telas. O primeiro painel conta com 24 monitores. Ali, é possível observar um mapa com a fluidez do trânsito e ver os corredores de ônibus da São Paulo Transportes (SPTrans). Nesse mesmo painel, ainda é possível escolher seis de 200 câmeras da Guarda Civil Metropolitana e checar como estão as obras do Itaquerão e da Arena Palestra. As câmeras também mostram os hospitais e Atendimentos Médicos Ambulatoriais (AMAs).

A segunda parte da sala tem 12 telas. Nela, o prefeito pode acompanhar a situação dos 19 piscinões, a previsão do tempo, os alagamentos, o gráfico com o trânsito e alertas do Centro de Gerenciamento de Emergências.

O último painel tem seis telas. Nele, é possível checar a execução orçamentária, arrecadação em planilhas, plano de metas e o placar da Nota Fiscal Paulistana.

Dali, por meio de teleconferência, o prefeito consegue falar com todos os 31 subprefeitos.

Mais salas. Não é só o prefeito que conta com equipamento no qual pode monitorar toda a cidade. As subprefeituras da cidade também têm salas parecidas como essa.

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