No dia dela, tudo pode começar e acabar em pizza em SP

A festa vai começar com o preparo de uma pizza com 2 metros de diâmetro no Jabaquara

Deborah Bresser, Jornal da Tarde

10 de julho de 2008 | 08h58

Nesta quinta-feira, 10, é o Dia da Pizza. A Associação das Pizzarias Unidas vai celebrar com ações sociais (já realizadas esta semana em centros de apoio a crianças carentes) e com a confecção de uma pizza gigante. "A pizza é o símbolo da gastronomia paulistana e comemorar sua criação é uma maneira de homenagear mais de 100 mil pessoas que trabalham no setor diretamente, que movimenta mais de R$ 4 milhões de reais por ano", explica Carlos Sartal, presidente da associação.  A festa vai começar com o preparo de uma pizza com 2 metros de diâmetro, que será feita e servida ao meio-dia, no Instituto São Judas, atrás da Igreja São Judas, no Jabaquara. Será um evento para convidados e reunirá diversos pizzaiolos, que aceitaram o desafio de preparar a 'maxi-redonda'. Esta não é a única comemoração. Nesta quinta, músico famosos vão trocar as guitarras, baixos e baterias pela bandeja. Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt (Angra), Ivan Busic e Andria Busic (Dr. Sin), Luiz Carlini e Sol (Tuti-Fruti), mais Kiko Zambianchi, Andreas Kisser (Sepultura), Paulão (Velhas Virgens) e Thunderbird estão entre os roqueiros que já confirmaram participação no evento "Nem Tudo Acaba em Pizza", promovido pelo restaurante Chácara Santa Cecília. Isso significa que esses caras vão passar a noite trabalhando de garçons, atendendo as mesas e anotando os pedidos de fãs e freqüentadores do local, tudo em nome de uma causa nobre: comemorar, ao mesmo tempo, o Dia Nacional da Pizza e o Dia Mundial do Rock (13/7). "A gente queria fazer um projeto sério, mas descontraído, como é a casa", explica Sandra Santorsula, gerente de marketing do Chácara. A receita foi unir roqueiros garçons com responsabilidade social. Este é o quarto ano do projeto que, além de divertir, arrecada doações - alimentos não perecíveis e agasalhos exigidos como ingresso - e reverte parte da verba para uma instituição de caridade. A escolhida da vez foi a Abre (Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes), ONG de combate à pobreza.  "Os músicos curtem muito, pedem para participar. Ano passado teve até excedente, eles ficaram se revezando", lembra Sandra. Para não tumultuar o andamento do serviço, cada popstar é acompanhado por um ‘garçom sombra’. O "Nem Tudo Acaba em Pizza" funciona como uma gincana, em que os roqueiros trabalham durante uma hora e meia, e a equipe vencedora - a que vender mais pedaços de pizza - ganha prêmios. Só não rola canja, pois a casa não possui isolamento acústico. O som fica por conta da algazarra dos fãs.  Uma das pizzarias mais tradicionais da cidade, a Speranza é outra que vai celebrar o Dia da Pizza com uma ação solidária. A partir de hoje até o dia 17, 30% da renda obtida com as vendas da clássica pizza Margherita (introduzida por eles no Brasil e a mais pedida da casa) será revertida para a Associação de Pacientes Transplantados da Unifesp. Para abrir a semana, a casa receberá hoje 50 crianças transplantadas atendidas pela entidade para a Pizza da Alegria, na unidade de Moema. Boa ação também é o ingrediente da data na Presto Pizza. A venda de toda pizza brotinho de mussarela (R$ 10) será revertida para a instituição Lar Boa Semente, na Aclimação, bairro sede da pizzaria.  Serviço: Nem Tudo Acaba em Pizza. À partir das 20 horas, no Chácara Santa Cecília, Rua Ferreira de Araújo, 601, Pinheiros (fone 3034-3910). Speranza Pizzaria. Avenida Sabiá, 786, Moema (fone 5051-7615). Presto Pizzas. Rua Esmeralda, 39, Aclimação (fone 3207-1749). Maior pizza de SP. Nesta quinta, às 12 horas, na Avenida Itacira, 2.801, Planalto Paulista.

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