'No começo, nenhum equipamento é bem recebido', diz Alda

Vice-prefeita e secretária de Assistência Social responsável pelo fechamento dos antigos albergues do centro, Alda Marco Antonio defende as mudanças no atendimento ao morador de rua. Ela diz que as moradias de idosos não têm médicos "para que o lugar pareça uma residência". E defende a descentralização dos abrigos, antes localizados só no centro. "Calma, ainda estamos no começo. Muita coisa boa ainda vai acontecer", argumentou, ao ser questionada sobre problemas como a falta de água potável e de educadores.

O Estado de S.Paulo

30 Abril 2012 | 03h04

"Quando nós entramos, o aparato da Assistência Social se resumia a albergues. Havia uma resistência muito grande dos moradores de rua, que não queriam seguir regras como tomar banho. Nas tendas, eles podem ficar sem essas regras, e depois de um tempo são encaminhados para os abrigos", emendou Alda.

Sobre as reclamações feitas por moradores de bairros onde foram instalados os novos abrigos, ela diz que o início do funcionamento de um equipamento social nunca é tranquilo. "Eu já inaugurei mais de mil serviços nos últimos 20 anos e nenhum foi bem recebido no começo." /D.Z.

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