Neto veste cadáver e carrega o caixão

Até funcionários de empresas terceirizadas de limpeza tiveram de realizar enterros ontem. Mas nem isso adiantou. Às 14h25, o analista de sistemas Daniel Alexandre da Costa, de 29 anos, ajudava a carregar o caixão do avô no Cemitério do Araçá, na zona oeste. "Tive de vestir meu avô, colocar flores, pôr no caixão, fazer tudo", reclamava. Quando o caixão chegou, nem a sala de velório estava pronta. "É absurdo. Nada foi oferecido, mas eles cobram serviço completo", disse Costa, que pagou R$ 2,2 mil.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.