Neste mês já são 47 casos sob apuração

Cenário: Bruno Paes Manso

O Estado de S.Paulo

20 Julho 2012 | 03h03

Do dia 1.º até ontem, 47 pessoas entraram para as estatísticas de resistências seguidas de morte. O total é maior do que os casos de resistência em cinco dos seis meses inteiros deste ano. Maio foi o mais violento, com 53 ocorrências, seguido por janeiro, com 40.

Apesar do recrudescimento, o primeiro semestre deste ano teve menos casos envolvendo supostos confrontos. Foram 230, enquanto os primeiros seis meses do ano passado registraram 243. Foi em abril de 2012, após uma gravação ao 190 em que uma mulher testemunhava e narrava ao vivo uma execução feita por PMs no cemitério de Ferraz, que esses casos passaram a ser investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

Mas só em 3 dos 392 casos registrados até março deste ano os policiais militares foram presos por simular tiroteios com as vítimas. Isso representa 0,77% do total de investigações em 11 meses. Segundo o DHPP, foram esclarecidos e arquivados 120 casos (30%).

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