Neste ano, já ocorreram três mortes em ''saidinhas''

Pelo menos três casos de "saidinha de banco" acabaram em morte neste ano em São Paulo. O primeiro, no dia 17 de fevereiro, ocorreu com o advogado Antônio Carlos Ribeiro, morto em uma tentativa de assalto na Sé. Um suspeito foi preso. O advogado estava com R$ 4 mil.

, O Estado de S.Paulo

17 Março 2011 | 00h00

No dia 21, o mecânico André Luiz de Souza foi morto com três tiros por um assaltante na porta de um banco na Avenida Celso Garcia, zona leste. Souza estava no carro, esperando uma amiga que saía da agência com R$ 27 mil. O ladrão fugiu.

Já o empresário Ali Said Mourad, irmão do deputado estadual Said Mourad (PSC), morreu em uma tentativa de assalto no Sacomã, zona sul, no dia 23. Ele foi baleado nas costas ao deixar uma agência do Bradesco. Dois ladrões acreditavam que ele levava R$ 5 mil, mas o dinheiro havia sido usado para pagar contas. O autor do disparo foi preso.

Fábio Bolzani, delegado-assistente da Delegacia de Roubo a Bancos, afirma que a polícia conseguiu mapear as regiões onde os golpes são mais aplicados (zonas sul, oeste e central) e tem feito prisões. "Mas todas as leis que ajudem a combater o golpe são válidas, desde que não criem uma privacidade que se torne facilidade para efetuar o crime."

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