HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO
HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Nenê encerra 1º dia de desfile com homenagem a Moçambique

Mesmo com sambódromo esvaziado, os 3 mil integrantes mostraram empolgação ao narrar história do país africano

Fabiana Cambricoli e Mônica Reolom, O Estado de S. Paulo

14 Fevereiro 2015 | 07h30

SÃO PAULO - Última escola a entrar na avenida no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do carnaval paulistano, a Nenê de Vila Matilde trouxe o colorido da África para o Anhembi. Abusando dos tons de amarelo, dourado e laranja e de alegorias grandiosas, a escola da zona leste cantou Moçambique à luz dos primeiros raios de sol do sábado, 14.

Mesmo com o sambódromo esvaziado, os 3.000 integrantes da agremiação mostraram empolgação ao narrar a história do país africano. Referências ao continente não faltaram. O principal elemento usado pela escola já no abre-alas foi a árvore Baobá, espécie símbolo do país. Na primeira alegoria, a águia símbolo da escola surge em cima da árvore.

" SRC="/CMS/ICONS/MM.PNG" STYLE="FLOAT: LEFT; MARGIN: 10PX 10PX 10PX 0PX;

O segundo e o terceiro carros mostraram a chegada de outros povos a Moçambique, entre eles os portugueses, que colonizaram o país. A diversidade da fauna africana foi retratada no penúltimo carro alegórico, que trouxe esculturas imensas de animais como elefantes, zebras, girafas e felinos.

Emocionado, o presidente da escola, Rinaldo José de Andrade, conhecido como Mantega, mostrou esperança na conquista do título. “No ano passado, tivemos problemas nas fantasias, e agora conseguimos nos superar com muita elegância. Mostramos a que viemos e exaltamos a história do samba”, disse ele. Sem problemas técnicos, a Nenê encerrou o desfile com 61 minutos, dentro do prazo permitido.

Mais conteúdo sobre:
Carnaval nenê de Vila Matilde

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.