Negro tem 3,7 vezes mais risco de ser morto

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado ontem, revelou que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que um branco. Pelo levantamento, a expectativa de vida de um homem brasileiro negro é menos que a metade da de um branco. A conclusão é de que a cor aumenta a vulnerabilidade dos negros, que têm 8% mais chances de se tornarem vítimas de homicídio que um homem branco, ainda que nas mesmas condições sociais.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.